PATRIMÔNIO CULTURAL BRASILEIRO É VITRINE PARA O MUNDO DURANTE JOGOS OLÍMPICOS

patrimonio cultural - divulgaçãoUm dos destaques da Casa Brasil será a diversidade cultural brasileira, esta característica tão marcante em nosso povo. O espaço trará diversas atividades turísticas, gastronômicas, culturais, esportivas, sociais e econômicas durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.
Exposição Patrimônio Imaterial Brasileiro – Os 38 bens culturais do país catalogados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) sendo cinco deles declarados Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, é um dos destaques do espaço na Celebração Viva da Cultura dos Povos. O visitante por meio de recursos audiovisuais e interatividade, em ambientes recriados e textos didáticos, poderá conhecer e vivenciar os patrimônios imateiriais separados em quatro categorias: Saberes, Lugares, Celebrações e Formas de Expressão.
A mostra gratuita é patrocinada pela Caixa Econômica Federal e, possui direção de arte de Ronald Teixeira com curadoria de Luciano Figueiredo, que visitou a capital carioca durante a Copa do Mundo e já passou pelos Estados de Fortaleza, Salvador, Recife e São Paulo, além da capital Brasília.
A Exposição Patrimônio Imaterial – A Celebração Viva da Cultura dos Povos, estará aberta ao público do dia 05 ao dia 18 de agosto, na Casa Brasil, localizada no Pier Mauá, na Zona Portuária do Rio de Janeiro, com entrada franca.
A exposição tem tido uma ótima receptividade, sendo vista até o momento por cerca de 10 mil pessoas, segundo o diretor de arte. “Estar na vitrine brasileira durante os jogos olímpicos demonstra a importância que o povo brasileiro dá ao seu patrimônio cultural”, disse.
Os bens imateriais registrados no Brasil em âmbito nacional – O Ofício dos Mestres de Capoeira e a Roda de Capoeira. Regionalmente, o Teatro de Bonecos do Nordeste, o Cassimiro Coco, no Maranhão e Ceará; João Redondo e Calunga, do Rio Grande do Norte; Babau, da Paraíba; e Mamulengo, de Pernambuco. Do Amapá, a Arte Kusiwa – pintura corporal e arte gráfica Wajãpi. Do Amazonas, a Cachoeira de Iauaretê – lugar sagrado dos povos indígenas dos rios Uaupés e Papuri – e o Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro. Da Bahia, o Ofício das Baianas de Acarajé, o Samba de Roda do Recôncavo Baiano e a Festa do Senhor Bom Jesus do Bonfim. Do Espírito Santo, o Ofício das Paneleiras de Goiabeiras.
De Goiás, a Festa do Divino Espírito Santo de Pirenópolis. Junto com Tocantins, Goiás compartilha os patrimônios Rtixòkò – expressão artística e cosmológica do Povo Karajá – e os Saberes e Práticas Associados aos Modos de Fazer Bonecas Karajá. Do Maranhão, o Complexo Cultural do Bumba-meu-Boi do Maranhão e o Tambor de Crioula do Maranhão. Minas Gerais contribui para o patrimônio imaterial com o Modo Artesanal de Fazer Queijo de Minas nas regiões do Serro e serras da Canastra e do Salitre, o Toque dos Sinos e o Ofício dos Sineiros. Minas Gerais divide com São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, o Jongo do Sudeste.
Mato Grosso e Mato Grosso do Sul têm registrado como bem cultural o Modo de Fazer Viola-de-Cocho. E, somente, o Mato Grosso registra o Ritual Yaokwa do Povo Indígena EnaweneNawe. No Pará, fazem parte do patrimônio o Círio de Nossa Senhora de Nazaré, as Festividades de São Sebastião na Região do Marajó, o Carimbó e o Modo de fazer Cuias no Baixo Amazonas. No Paraná e São Paulo, compartilham o Fandango Caiçara. Em Pernambuco, a Feira de Caruaru, o Frevo, o Maracatu Nação, o Maracatu de Baque Solto e o Cavalo Marinho. No Piauí, a Cajuína. No Rio Grande do Norte, a Festa de Sant’Ana de Caicó.
O Rio de Janeiro também marca presença com a Festa do Divino Espírito Santo de Paraty e as Matrizes do Samba no Rio de Janeiro – partido alto, samba de terreiro e samba-enredo. Sergipe tem o Modo de Fazer Renda Irlandesa. E o Rio Grande do Sul completa a lista com a Tava, lugar de referência para o povo Guarani.
O Samba de Roda do Recôncavo Baiano, a Arte Kusiwa – pintura corporal e arte gráfica Wajãpi, Frevo, Círio de Nossa Senhora de Nazaré e a Roda de Capoeira são os bens reconhecidos como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.
Foto: Divulgação IPHAN | Luiz Prado

 

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